domingo, abril 22, 2012

As histórias que contei aqui...

Minha Memória, sublimes lembranças, inesquecíveis Personas. Eventos aqui eternizados na memória sentimental, artistico-econômica da cidade que não pode parar.
Por Ovadia Saadia (de São Paulo)
email- os.enviodefotos@gmail.com.br

 
***** Uma foto histórica em 1995 defronte ao Maksoud Plaza, 19a Mostra Internacional de Cinema, com o saudoso Léon Cakoff, morto em 2011. Aqui o diretor Pedro Almodóvar lançava no Brasil e na 19a Mostra TUDO SOBRE MINHA MAE ao lado das suas musas Marisa paredes e Rossy de Palma; Também na foto Renata Almeida Cakoff, que doravanate irá dirigir a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.


A uma semana do início da 35ª Mostra Internacional de Cinema, morreu em 14 de outubro de 2011, às 13h05, o seu fundador, Leon Cakoff, aos 63 anos. Ele estava internado desde o dia 1º de outubro no Hospital São José. Em dezembro do ano passado foram diagnosticados dois tumores no cérebro do jornalista e crítico, que havia vencido a luta contra um melanoma em 2002. A progressão das metástases dos tumores cerebrais do melanoma também provocou metástases no pulmão e no fígado.

O velório foi realizado no Museu da Imagem e do Som (MIS) em clima de grande comoção no meio artistico- cinematográfico de São Paulo. Em seguida o corpo foi levado para o Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes, onde foi cremado.

Casado com Renata de Almeida, Cakoff deixa quatro filhos (dois com Renata e outros dois com Vera Lúcia Caldas). Há duas décadas, dividia com ela a realização e produção do festival. Conheceram-se em Nova York, onde Renata fez um plano de dois anos focado em cinema documental. Cakoff estava já separado de uma amiga, a cineasta Iara Lee.

A 35ª edição da mostra foi marcada por esta grande perda e risteza generalizada.

Cakoff criou o evento em outubro de 1977, quando era responsável pelo departamento de cinema do Masp. A ideia era comemorar os trinta anos de fundação do museu. Como os tempos eram de ditadura militar, ele teve de submeter à censura prévia os dezesseis longas e sete curtas, incluindo o drama político “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia”, de Hector Babenco. Apenas um curta chinês, identificado como comunista pelos censores, acabou vetado.

Todos os outros filmes foram projetados em um velho equipamento de 16 milímetros, emprestado pelo Instituto Goethe. Dezesseis mil pessoas marcaram presença no evento e pediram bis. Isso apesar de boa parte das fitas ser apresentada em versão original, sem legendas em português. Entre os títulos, havia produções da Coréia do Sul e das antigas Iugoslávia e Checoslováquia.

Cakoff deixou o Masp em 1983, ao fim da 7ª Mostra. Alegou diferenças irreconciliáveis com Pietro Maria Bardi, que dirigia o museu. “Bardi ofendeu-me mortalmente ao insinuar que eu estaria ganhando dinheiro com o festival e que as contas de bilheteria eram suspeitas”, contou, em seu livro “Cinema sem Fim”, lançado em 2006. Uma perda irrecuperável.***************************
ubens Ewald Filho lembra o amigo Leon Cakoff
Quem me avisou sobre a morte foi uma repórter da Folha em busca de alguma declaração já prevenindo que era uma coisa triste. Mesmo quando um fato é esperado, temido, nem por isso o choque fica menor. Comecei a falar com ela, meio recordando, meio homenageando. Meio perdido, confesso. Quando a voz começou a falhar, veio o nó na garganta, a lágrima, o descontrole. Tentava explicar que não era uma perda comum.

Leon não era um simples amigo, eu o conhecia desde quando éramos dois jovens críticos de cinema, na mesma época, em jornais diferentes, ele no Diários Associados, eu no Jornal da Tarde. Ele sempre acompanhado do amigo Renato Petri (eram duas edições que eles dividiam, se bem me lembro) que eventualmente desistiu da profissão. Eu começando a ter contato com o Rubem Biáfora, uma pessoa polêmica, dono da página do Estadão aos domingos, que era o modelo de todos nós. Mas também uma pessoa original, com ideias avançadas que não se ajustavam aos padrões da crítica da época.

Se bem me lembro eu e Leon nunca brigamos, crescemos meio paralelamente. Acompanhei de perto sua primeira ida ao Festival de Cannes, um sonho de nossa geração, que ele foi o primeiro a concretizar. Credo, quanto tempo faz? Começo dos anos 70 por aí, o que o tornou o decano dos jornalistas que cobriam Cannes. Mas sempre com muita dificuldade, muita batalha. Depois também estive perto na criação das primeiras mostras de Cinema ainda no Masp, chegamos a viajar juntos para festivais no interior (acho que Teresópolis foi um deles) e mais tarde, passamos a frequentar os principais festivais em vários países, ele sempre correndo atrás dos filmes, eu das entrevistas. Certa vez, depois de Cannes, fomos com a então mulher dele, Iara Lee, fazer uma excursão (de velhos) até a Grécia clássica como diziam. Que por sinal foi ótima.

Engraçado, Leon tinha gênio forte, mas nunca brigamos, nunca tivemos um desentendimento. Para todo lugar que eu fui, como a HBO, por exemplo, eu o levei e a Mostra junto. E ele sempre reconheceu isso. Na Mostra, quando precisava de mim, mandava um recado e eu ajudava no que fosse preciso. Sabia das dificuldades, mas também dos sucessos, na parceria com os cinemas Artplex, a luta pela distribuidora de arte Filmes da Mostra, essa vida tão insegura de tantos vai e vem.

Há uma certa altura depois de vinte e tantos de Cannes resolvi não ir mais, muito caro, muito filme ruim, e o melhor: podia ver por aqui mesmo que o Leon trazia. Mas sentia mais falta não dos filmes, mas das nossas conversas, nossos jantares, minha implicância com seu amigo Manoel de Oliveira.

Acho que Leon teve muita sorte de encontrar a Renata como companheira, uma mulher forte, resolvida, que sabia ser compreensiva quando precisava e que desenvolveu um amor pelo cinema tão grande quanto o dele. Puxa vida... são tantas as memórias. Acho que a mais forte é mesmo a Mostra, que se tornou um marco cultural importante na história deste pais tão repleto de projetos frustrados e ideias destruídas pelos burocratas que as herdaram. Mas com o casal, a Mostra manteve-se fiel a sua linha inicial (nada contra estrelas, apenas não era essa a proposta de Leon) e mantém-se forte até hoje. Esse é um legado que poucos podem se orgulhar em deixar.

Agora nestes tempos amargos da doença fui visitá-lo e conversamos muito sobre os filmes que nos marcaram e o prazer que se tem em revê-los, redescobri-los. Mostrou-me também os curtas que produziu, em particular, o do Atom Egoyam, que era a história de sua família e traz ele mesmo como figura marcante. Gostei tanto de vê-los. Como tinha já gostado da carta para Kiarostami, mas era mais um passo adiante no sonho de produzir, realizar, criar. Um projeto tão bonito que eu esperava que ele sobrevivesse ao menos ate o final desta Mostra.

Não foi assim. As coisas nunca são bem como a gente quer ou imagina. Mas ainda não passou o choque e a perda. Acho que não vai passar nunca. Quando se perde um amigo de tanto tempo, que nunca deixou de se preocupar com a gente (seu último telefonema há dias foi para me cobrar um conselho que tinha dado, para enfrentar um problema meu de família). A gente perde uma parte de nós mesmos. Talvez a melhor parte. Aquela que é o estofo dos sonhos, das ilusões, da fantasia e da mágica do cinema. Que nem a morte, nem a distância derrota.

(15 de outubro de 2012)
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Pedro Almodóvar

Nascido na pequena cidade espanhola de Calzada de Calatrava, Almodóvar partiu para Madrid em 1968, aos 19 anos em pleno governo do general Franco. Foi funcionário de uma companhia telefônica, cartunista, ator de teatro avant-garde (literatura de vanguarda) e cantor de uma banda de rock, da qual participava travestido. Foi o primeiro espanhol a ser indicado ao Oscar de melhor diretor.

Em 1973, o diretor compra sua primeira câmera super 8mm e passa a fazer curtas metragens com a ajuda de amigos, até realizar Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón (1980) e entrar de vez na história do cinema espanhol. No filme, não lançado no Brasil, três mulheres, Pepi (Carmen Maura – que acabou se transformando na diva do diretor), Luci e Bom tem suas vidas cruzadas quando o marido policial de Luci, estupra Pepi, que mantêm uma plantação de maconha em sua casa, enquanto que Luci, sado-masoquista, se envolve sexualmente com a lésbica Bom, tudo isso passado na era punk de Madrid.
Pedro Almodóvar Caballero é o cineasta espanhol de maior renome mundial atualmente. Sua filmografia é repleta de filmes onde a presença feminina é o ponto principal das tramas, as cores berrantes, personagens loucos, e a política espanhola também são destaques em seus roteiros, e claro uma história densa, pesada, mas bem humorada e sem pretensões de se levar a sério. Para Almodóvar seus filmes são tão autobiográficos quanto poderiam ser, suas experiências de vida são suas fontes de inspiração. Hoje, o diretor é tão conhecido quanto o conterrâneo Luis Buñuel, cineasta cuja obra se assemelha muito ao estilo de Almodóvar.


Sua filmografia inclui Matador (1986), A lei do Desejo (1987), Mulheres à beira de um ataque de nervos (1988), Ata-me (1990) Kika (1993) A flor do meu segredo (1995), Carne trêmula (1996), Tudo sobre minha mãe (1999), Fale com Ela (2002) e A má educação (2004), esses filmes também fazem parte da programação da Sony Pictures Classics, que a organizou para a estréia do longa Volver (2006), as exibições começaram em agosto de 2006, em... Nova York e terminará em dezembro em Portland.  Os novos
Abraços Partidos (2009) e A Pele que Habito (2011) também foram sucesso no Brasil.

Leia o livro Fogo nas Entranhas, que ele lançou em 2000 pela editora Dantes.
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Marisa Paredes
Marisa Paredes 2011.jpg

María Luisa Paredes Bartolomé

Madrid, Bandera de España España
3 de abril de 1946
Familia
Hijo/s María Isasi



María Luisa Paredes Bartolomé es una actriz española de reconocido prestigio internacional. Nació en Madrid (España) el 3 de abril de 1946.

Trayectoria



Desde niña mostraba una gran vocación por el teatro. En 1960 (a los catorce años de edad) debutó en cine. Al año siguiente debutó en teatro. Actuó con la compañía de Conchita Montes como meritoria, en la obra de José López Rubio Esta noche tampoco. El teatro la ha acompañado durante toda su trayectoria profesional (hasta hace poco triunfaba en el teatro con Hamlet con Eduard Fernández), aunque el número de intervenciones como actriz en cine o televisión (Estudio 1 entre otros) es considerable.


De su relación con el director de cine Antonio Isasi-Isasmendi, nace en 1975 su única hija, la también actriz María Isasi.

Su reconocimiento internacional y masivo entre el público español le llegó con el director manchego Pedro Almodóvar, quien la convirtió en una «chica Almodóvar», con papeles principales en películas como Tacones lejanos o La flor de mi secreto. Por esta última película fue nominada al premio Goya como mejor actriz protagonista. Esto le abrió las puertas del mercado internacional y tuvo el honor de trabajar con directores muy reconocidos del cine europeo y en producciones tan emblemáticas como La vida es bella (de Roberto Benigni) y Profundo carmesí de Arturo Ripstein.

Desde el 2000 al 2003 fue la presidenta de la Academia del Cine Español, haciendo frente a la época más controvertida y polémica de ésta, ya que en el momento inicial de la Guerra de Iraq, los profesionales del cine español se manifestaron rotundamente en contra de todo ello en la gala del año 2003.

En 2010 interpreta el papel de reina Sofía en la miniserie de televisión emitida por Telecinco Felipe y Letizia. Su participación, unida a la de Juanjo Puigcorbé como rey Juan Carlos, recibió críticas al respecto de los acentos adoptados por ambos actores.[1] [2] [3]

[editar] Filmografía

[editar] Teatro

 Premios y candidaturas

Premios Goya



Año    Categoría    Película     Resultado
1995  Mejor interpretación femenina protagonista   La flor de mi secreto Candidata

1987  Mejor interpretación femenina de reparto   Cara de acelga  Candidata
Fotogramas de Plata

Año   Categoría  Trabajo  Resultado
2006   Mejor actriz de teatro   Hamlet   Ganadora
1995   Mejor actriz de cine   La flor de mi secreto  Ganadora
1991  Tacones lejanos  Ganadora
1988  Mejor labor teatral Orquídeas a la luz de la luna

Candidata
1968  Mejor intérprete de televisión  Conjunto de su labor  Ganadora
 
Premios de la Unión de Actores

Año Categoría  Película  Resultado
2011  Mejor actriz de reparto de cine  La piel que habito  Candidata
1995  Mejor interpretación protagonista de cine  La flor de mi secreto Candidata
1991 Tacones lejanos  Ganadora
Otros
I Premio UIMP a la Cinematografía (2009).
Medalla de Oro al Mérito en las Bellas Artes (2007).
Premio Nacional de Cinematografía Nacho Martínez (Festival Internacional de Cine de Gijón, (2007).
Premio Rodolfo Valentino (1999)
Premio Nacional de Cinematografía del Ministerio de Educación y Cultura (1996).
Premio Sant Jordi de Cinematografía, otorgado por RNE en Cataluña (1992).


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Rossy de Palma

Rossy de Palma Cannes 2009 1.jpg

Rosa Elena García Echave

Palma de Mallorca, Bandera de España España
16 de septiembre de 1964 (47 años)
Ocupación Actriz y modelo
Año de debut 1986
Familia
Hijo/s Dos

Rosa Elena García Echave (Palma de Mallorca, 16 de septiembre de 1964) conocida como Rossy de Palma, es una actriz española que se dio a conocer como "chica" Almodóvar en películas de dicho director como Mujeres al borde de un ataque de nervios o La flor de mi secreto. Ello le ha facilitado con el tiempo poder seguir realizando colaboraciones como actriz de cine y televisión en España y en otros países como Francia.

  A principios de los años 80 formó parte de un grupo musical llamado Peor Impossible, donde hizo sus pinitos en el cante y el baile. Realizaron pequeñas giras y se ganaban la vida como podían como cualquier otro grupo surgido durante la época de la movida madrileña, de la que Rossy fue una de sus protagonistas. También trabajó durante muchos años de camarera en un pub de ambiente nocturno de la época y fue allí donde conoció a Pedro Almodóvar, quien empezaba a ser conocido entre el público de la movida gracias a sus películas Pepi, Luci, Bom..., Laberinto de pasiones... Era el año 1986 cuando Pedro Almodóvar la descubrió y la instó para que participase con un pequeño papel en La ley del deseo, en una divertida escena con el actor Eusebio Poncela.

 Chica Almodóvar

Desde entonces realizó varios trabajos con el director manchego, títulos como Mujeres al borde de un ataque de nervios, junto a actores de la talla de Carmen Maura, Antonio Banderas y María Barranco, o ¡Átame!, las cuales engordaban su currículo de actriz mientras repartía el tiempo en sus otras aficiones: cantar o posar como modelo para fotógrafos y diseñadores ya que a pesar de no contar con una gran belleza, su peculiar rostro atraía a los vanguardistas del diseño y la moda. De hecho, ha tenido el honor de trabajar con diseñadores tan respetados como Jean-Paul Gaultier -diseñador por excelencia de personalidades tan importantes como Madonna-, el cual, como muchos otros, vio en ella una belleza cubista, como le decía el propio Pedro Almodóvar.

Durante los años 90 se forjó como chica Almodóvar con títulos como La flor de mi secreto -en la que dio vida a la hermana de Marisa Paredes- o Kika, por las que fue nominada al Premio Goya de la academia de cine como mejor actriz de reparto. Poco después, protagonizó películas para directores franceses como Karim Dridi y también se dejó ver por la pequeña pantalla, realizando algunos spots o pequeños papeles en series televisivas. Su talento interpretativo fue reconocido minoritariamente, pero al margen de todo ello desde el principio se convirtió en un personaje absolutamente popular, siendo objetivo del mundo de la prensa rosa, con la que ha mantenido siempre una tortuosa y desagradable relación.

 Rossy de Palma sin Almodóvar

A pesar de que el resto de cineastas la miraban con recelo y no le confiaron demasiados papeles para sus respectivas películas, Rossy también trabajó en otros proyectos no dirigidos por el manchego: títulos como Los gusanos no llevan bufanda o Don Juan, mi querido fantasma, y tuvo la oportunidad de colaborar en películas más conocidas con directores igualmente reconocidos, como en Acción mutante, con Álex de la Iglesia.

Durante años convivió personal y profesionalmente con la prestigiosa actriz Victoria Abril -también chica Almodóvar en la época de Rossy de Palma-, y tuvo la oportunidad de trabajar con ella e introducirse en el cine francés con películas como La mujer del cosmonauta.

En albores del siglo XXI su carrera se volcó casi totalmente en Francia, donde desempeñó papeles en películas como El embolao, La mule o Double zéro. Afincada en París con sus dos hijos tras terminar su relación con el modelo español Santiago Lajusticia, Rossy se ha alejado en los últimos años del cine y de la vida pública para embarcarse en proyectos más privados relacionados con la música. A España volvió hace unos años para rodar y promocionar una película musical en la que realizaba una pequeña colaboración: Veinte centímetros.

 Danse avec les stars

Desde el 12 de febrero de 2011 Rossy de Palma participa a la primera edición francesa de ¡Más que baile! en TF1; con Rossy la cadena mantuvo una buena nota porque la primera gala fue seguida por 4.840.000 espectadores y un 23,9% de share. Primera gala: Con 23 puntos, Rossy fue elegida por el público y puede seguir el concurso. Segunda gala: Rossy fue eliminada del concurso tras dos semanas dentro del programa. Con 49,9% contra 51,3%, Rossy fue eliminada por la audiencia.Actualmente está pasando por graves problemas económicos.

Filmografía

La ley del deseo (1987)
Mujeres al borde de un ataque de nervios (1988)
¡Átame! (1989)
Don Juan, mi querido fantasma (1990)
Los gusanos no llevan bufanda (1992)
Aquí el que no corre, vuela (1992)
Sam suffit (1992)
Acción mutante (1993)
Kika (1993) - Nominada al Goya
Mejor no hables (1994)
Chicken park (1994)
Prêt-à-Porter (1994)
Peggio di così si muore (1995)
El porqué de las cosas (1995)
La flor de mi secreto (1995) - Nominada al Goya
Cuerpo en el bosque (1996)
Franchesca Page (1997)
La mujer del cosmonauta (1998)
Hors jeu (1998)
Pasiones rotas (1998)
The Loss of Sexual Innocence (1999)
Esa maldita costilla (1999)
Nag la bombe (2000)
La mule (2000)
L'Origine du monde (2001)
El embolao (2002)
Laisse tes mains sur mes hanches (2003)
People (2004)
Double Zéro (2004)
Tu la conosci Claudia? (2004)
20 centímetros (2005)
Los aristos (2005)
Mes copines (2006)
Los abrazos rotos (2009)
¡No pasarán! (2009)
Miss Tacuarembó (2010)
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Prêmio Molière - Air France

(fotos de 1991 com Monique Schveid e Hilda Maghidman, Hotel Sheraton Mofarrej São Paulo- fotos de Anita Bernstein)

O Prêmio Molière de teatro foi criado em 1963, com grande repercursão artistico-social, já que a cada edição um grande artista da canção francesa se apresentava em São Paulo e no Rio de Janeiro (sempre no Teatro Municipal) após as premiações. Assim, eram sempre aguardados os shows de Charles Aznavour, Sylvie Vartan, Adamo, Sacha Distel, Mireille Mathieu, Nicole Croisille, Juliette Greco, Yves Montand (em 1982), ou até mesmo Charles Trenet (em 1990). Patrocinado pela hoje decadente empresa aérea Air France e existiu até 1991. A partir de 1994, por falta de patrocínio, o prêmio foi extinto. Algumas edições foram no Teatro Cultura artistica, Palácio das Convenções do Anhembi e Hotel Sheraton Mofarrej.

Anualmente, os vencedores nas categorias de melhor ator, atriz, diretor, autor e revelação ou prêmio especial recebiam uma estatueta - réplica do busto de Molière, do escultor francês Houdon, além de uma viagem a Paris. Também eram premiados os melhores cenógrafos e figurinistas.

O Prêmio era concedido aos melhores do teatro no Rio de Janeiro e em São Paulo, que eram escolhidos por um júri formado por jornalistas e críticos de teatro. A festa de premiação era um importante acontecimento cultural. Muitas vezes foi realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no de São Paulo.

Em 1974 o prêmio foi estendido também ao teatro infantil. Em 1992 e 1993, por falta de recursos, as premiações não são realizadas. Volta em 1994, com o patrocínio da parceria Air France - Citroën, mas a categoria Prêmio de Incentivo ao Teatro Infantil é extinta. É também, o último ano da premiação.
Relembrando os Premiados

1966:
Ademar Guerra - melhor diretor por "Oh! Que Delícia de Guerra"
Gianfrancesco Guarnieri - melhor ator por "O Inspetor Geral"
Nathália Timberg - melhor atriz por "Meu Querido Mentiroso"
Bráulio Pedroso - melhor autor por "O Fardão"
Etty Fraser - melhor coadjuvante por "Os Inimigos"

1967:
José Celso Martinez Corrêa - melhor diretor
Renato Borghi - melhor ator
Berta Zemel - melhor atriz
Plínio Marcos - melhor autor
Augusto Boal - prêmio especial

1968:
Antunes Filho - melhor diretor
Juca de Oliveira - melhor ator
Lilian Lemmertz - melhor atriz
Antonio Bivar - melhor autor
Lourdes de Moraes - revelação do ano

1969:
Flávio Rangel - melhor diretor
Othon Bastos - melhor ator
Marília Pêra - melhor atriz
Leilah Assumpção - melhor autora
Clóvis Bueno - prêmio especial

1970:
Celso Nunes - melhor diretor
Zanoni Ferrite - melhor ator
Lélia Abramo - melhor atriz
Oduvaldo Vianna Filho - melhor autor
Jorge Andrade - prêmio especial

1971:
Antunes Filho - melhor diretor
Stênio Garcia - melhor ator
Wanda Kosmo - melhor atriz
Gianfrancesco Guarnieri - melhor autor
Gianni Ratto - prêmio especial

1972:
Ademar Guerra - melhor diretor
Juca de Oliveira - melhor ator
Suely Franco - melhor atriz
Carlos Queiroz Telles - melhor autor
Hélio Eichbauer - prêmio especial

1973:
Fernando Peixoto - melhor diretor
Walmor Chagas - melhor ator
Carmem Silva - melhor atriz
Gianfrancesco Guarnieri - melhor autor
Osmar Rodrigues Cruz - prêmio especial

1974:
Antunes Filho - melhor diretor
Paulo Goulart - melhor ator
Nicete Bruno - melhor atriz
Consuelo de Castro - melhor autora
Cláudio Petraglia - prêmio especial
Ronaldo Ciambroni - prêmio de incentivo ao teatro infantil

1975:
Antonio Abujamra - melhor diretor
Irene Ravache - melhor atriz
Sérgio Mamberti - melhor ator
Carlos Queiroz Telles - melhor autor
Marilena Ansaldi - prêmio especial
Roberto Lage - prêmio de incentivo ao teatro infantil (São Paulo)
Maria de Lourdes Martini prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)

1976:
Silney Siqueira - melhor diretor
Raul Cortez - melhor ator
Célia Helena - melhor atriz
Gianfrancesco Guarnieri - melhor autor
Sábato Magaldi - prêmio especial
Carlos Meceni - prêmio de incentivo ao teatro infantil (São Paulo)
Ilo Krugli - prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)

1977:
Osmar Rodrigues Cruz - melhor diretor
João José Pompeo - melhor ator
Maria Alice Vergueiro - melhor atriz
Fauzi Arap - melhor autor
Flávio Império - prêmio especial
Antonio Maschio - prêmio de incentivo ao teatro infantil]] (São Paulo)
Grupo Hombu - prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)

1978:
Antunes Filho - melhor diretor (São Paulo)
Sérgio Britto - melhor diretor (Rio de Janeiro)
Cacá Carvalho - melhor ator
Rodrigo Santiago - melhor ator (Rio de Janeiro)
Henriqueta Brieba - melhor atriz
Renata Sorrah - melhor atriz (Rio de Janeiro)
Maria Adelaide Amaral - melhor autor
Raul Cortez - prêmio especial
Wladimir Capella - prêmio de incentivo ao teatro infantil (São Paulo)
Sylvia Orthof - prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)

1979:
Paulo Betti - melhor diretor
Luiz Carlos Arutim - melhor ator
Ruthinéa de Moraes - melhor atriz (São Paulo)
Renata Sorrah - melhor atriz (Rio de Janeiro)
Lauro César Muniz - melhor autor
Naum Alves de Souza - prêmio especial
José Mauro Padovani - prêmio de incentivo ao teatro infantil (São Paulo)
Caíque Botkai - prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)
Álvaro Apocalypse - prêmio especial

1980:
Celso Nunes - melhor diretor
Edwin Luisi - melhor ator
Walderez de Barros - melhor atriz
Oduvaldo Vianna Filho - melhor autor
Plínio Marcos - prêmio especial
Lica Neaime - prêmio de incentivo ao teatro infantil (São Paulo)
Lúcia Coelho - prêmio de incentivo ao teatro infantil (Rio de Janeiro)

1981:
Antunes Filho - melhor diretor
Umberto Magnani - melhor ator
Denise Del Vecchio - melhor atriz
Naum Alves de Souza - melhor autor
Irineu Chamiso - prêmio especial
Marcos Frota - prêmio de incentivo ao teatro infantil

1982
Fernanda Montenegro - prêmio especial
Celso Nunes - melhor diretor (Rio de Janeiro)
Kalma Murtinho - Conjunto de trabalhos de figurinos

1983
Sérgio Britto - prêmio especial (Rio de Janeiro)

1985
Ítalo Rossi - melhor ator (Rio de Janeiro)
Gerald Thomas - prêmio especial (Rio de Janeiro)

1986
José Wilker - melhor diretor(Rio de Janeiro)
Yara Amaral - melhor atriz (Rio de Janeiro)

1987
Mauro Rasi - melhor autor

1991
Mauro Rasi - melhor autor
Daniel Dantas - melhor ator

Antonio Calloni - melhor ator (São Paulo)
Cleide Yáconis - melhor atriz
Paulo Mamede - melhor cenografia
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Pasta Pessoal, Arquivo X

* Eu, Ovadia Saadia em 2002 com as colunistas sociais Cybelle Zaitune Bueno e Zilda Brandão e o decorador floral, cerimonialista de eventos empresariais e sociais e criador de estilo e produtor de eventos Wilson Dimitrov.

* Movie Club eram as sessões de cinema mais top e concorridas de São Paulo que aconteciam no hotel Maksoud Plaza e que apresentei durante muitos anos como host, mestre de cerimônias, RP- Relações Públicas e Assessor de imprensa do evento. Aqui algumas das celebridades - antes da fama no caso desta imagem- que vinham sempre prestigiar.

* Para o genial e inesquecivel filme Billy Elliot (hoje em cartaz em Londres em versão teatral com imenso sucesso) , tive o privilégio de contar com a assessoria de imprensa da expert da CW Cecilia Schonemberg que cuidou no Maksoud e em SP da Seletiva Brasileira do Concurso Internacional do Ballet de Moscou. Troxemos para uma histórica sessão do Movie Club Natalia Bessmertnova (primeira ballerina durante 20 anos do Bolshoi e Yuri Grigorovitch, corógrafo do Bolshoi e Presidente da União Internacional da Dança. Os discursos antes do filme, porém foram só em Russo do Sr. Yuri que atacou o filme "por ser uma produção americana". A diretoria da UIP- United International Pictures, Universal- Paramount não entendeu, felizmente.


* As sessões do Movie Club tinham a coorenação de Simone Curan, grande amiga e companheira de vida, que faleceu de enfarte em 2007, quando o sonho do Movie Club já havia acabado.
 19 a Mostra Intl de Cinema Cakoff marisa partedes Rosy de palma MOlaza SP
 2001 antes da fama Gianecchini, Giovanna Antonelli Maksoud Plaza Avat Premiére Movie Club
 2002 Clube Português Ovadia, Cybelle Zaitune Bueno, Wilson Dimitrov e Zilda Brandao
 Air France Monique Scveid e Hilda maghidman 1991 Sheraton SP
 Almodóvar- Cakoff- Maksoud Plaza 1996 Tudo sobre minha mãe- 1
 Almodóvar- Cakoff- Maksoud Plaza 1996 Tudo sobre minha mãe- 
Rosy de palma- Renata Cakoff
 Bolshoi Ballet e estreia Billy Elliot Maksoud Plaza 2001 OS, 
Cecilia Schonemberg, Natalia 1a bailarina e Yuri Diretor Geral
 Leon e Renata Cakoff, Pedro Almodovar, Rosy de Palma marisa paredes,
 Maksoud Plaza 19 Mostra Internacional de cinema
 Rubens Ewald Filho lança livro em 2002 com Jaime Palhinha e Leão Lobo
 Leon-cakoff
Rubens Ewlad Christiane Tricierri e Leon Cakoff, uma saudade

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